O Tapete (The Rug)
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Até onde estas disposto a ir, verdadeiramente?!?
Vivemos em temos que somos confrontados a fazer escolhas, quase instantâneas, que põem em causa a nossa vida, hipotecam o nosso futuro, abalam o nosso carácter... Pergunto-me até que ponto consigo ser verdadeiro no meio de toda esta sociedade montada para me anular? Até aqueles em quem eu tenho mais confiança, sussurram palavras desmotivadoras, inconscientemente e sem o objectivo de me deitar ao solo, mas fazendo-o. Quais seriam as palavras de Jesus a alguém que sofre um processo de mudança, mas que foge ao padrão, não ao padrão de Deus, mas ao nosso padrão? Elas continuam as mesmas: "Estou contigo todos os dias!"
Não é por aquilo que fazemos, nem pelo tempo que passamos num programa de recuperação, nem mesmo pelo nosso esforço, ou até por aquilo que aparentamos, mas porque um dia fomos confrontados com a condição em que vivemos e obrigados a tomar uma decisão a fazer uma escolha e ao fazê-la somos temperados com o sabor da Graça, ou não.
Pedro abortou o processo, saiu do programa, virou as costas ao mestre, renunciou três anos de uma vida lado a lado com Jesus para seguir aquilo que era a sua vontade! Como foi recebido por Jesus? "Anda cá seu troca tintas, eu não te avisei, andei a investir todo este tempo em ti para isto?" Não, estas não foram as palavras de Jesus.
Dando lugar ao livro de Actos, no capitulo 17 Paulo e Silas estavam perante a sua escolha e todas as consequências acarretadas pelas mesmas. Servir a Deus incondicionalmente trás dor, trás confrontos, açoites, medo de não chegar ao fim do dia, esta era a sua realidade. Mas com isso vem a satisfação e o gozo de estar bem no centro da vontade de Deus e alguns de nós sabemos bem o que isto significa. Reconheço que ser cristão não é estar num lugar de privilégio dentro do conforto da igreja (ainda que tenha sido isso que muitas vezes busquei para mim mesmo), não é ser reconhecido, não é procurar a minha satisfação, mas encontrar forma de, com a minha vida, fazer com que o reino de Deus seja engrandecido, alargado, que novas pessoas façam parte dele, seja a minha total prioridade, mais que a minha própria vida. Não é ser mais um no meio da carneirada, de facto, não é ter medo de falhar, é perceber as palavras de Jesus quando Ele me diz: Tu amas-me? Então apascenta, cuida, dá-te, renuncia-te em função daqueles por quem eu morri, daqueles que eu não tive possibilidade de falar pessoalmente, de expressar o meu amor fisicamente, de abraçar, de estar fisicamente perto, deixa-me usar-te!!!! E quando este clamor é tão forte, tão real, tão intimo, tão pessoal... eu respondo, tu sabes todas as coisas... Mas isso não me livra da pornografia, nem das drogas, nem do desejo de fazer aquilo que me apetece, muito pelo contrario, trás à luz tudo aquilo que sou e a consciência daquilo que realmente é composto o meu ser, mas também de quem de facto Deus e a forma como impacta a minha vida, dando-lhe uma alternativa em ser diferente.
Jesus revelou algo incrível acerca das nossas escolhas, a João na ilha de Patmos. Ele diz é bom que tu sejas tu mesmo, não sejas algo que os outros querem que tu sejas, não sejas um pouco de tudo que te oferecem, ou és quente ou és frio, mas porque nem és uma coisa nem outra estou prestes a vomitar-te.
É bom ser quem sou em Deus, é bom sentir-me amado e aceite.
Não é por aquilo que fazemos, nem pelo tempo que passamos num programa de recuperação, nem mesmo pelo nosso esforço, ou até por aquilo que aparentamos, mas porque um dia fomos confrontados com a condição em que vivemos e obrigados a tomar uma decisão a fazer uma escolha e ao fazê-la somos temperados com o sabor da Graça, ou não.
Pedro abortou o processo, saiu do programa, virou as costas ao mestre, renunciou três anos de uma vida lado a lado com Jesus para seguir aquilo que era a sua vontade! Como foi recebido por Jesus? "Anda cá seu troca tintas, eu não te avisei, andei a investir todo este tempo em ti para isto?" Não, estas não foram as palavras de Jesus.
Dando lugar ao livro de Actos, no capitulo 17 Paulo e Silas estavam perante a sua escolha e todas as consequências acarretadas pelas mesmas. Servir a Deus incondicionalmente trás dor, trás confrontos, açoites, medo de não chegar ao fim do dia, esta era a sua realidade. Mas com isso vem a satisfação e o gozo de estar bem no centro da vontade de Deus e alguns de nós sabemos bem o que isto significa. Reconheço que ser cristão não é estar num lugar de privilégio dentro do conforto da igreja (ainda que tenha sido isso que muitas vezes busquei para mim mesmo), não é ser reconhecido, não é procurar a minha satisfação, mas encontrar forma de, com a minha vida, fazer com que o reino de Deus seja engrandecido, alargado, que novas pessoas façam parte dele, seja a minha total prioridade, mais que a minha própria vida. Não é ser mais um no meio da carneirada, de facto, não é ter medo de falhar, é perceber as palavras de Jesus quando Ele me diz: Tu amas-me? Então apascenta, cuida, dá-te, renuncia-te em função daqueles por quem eu morri, daqueles que eu não tive possibilidade de falar pessoalmente, de expressar o meu amor fisicamente, de abraçar, de estar fisicamente perto, deixa-me usar-te!!!! E quando este clamor é tão forte, tão real, tão intimo, tão pessoal... eu respondo, tu sabes todas as coisas... Mas isso não me livra da pornografia, nem das drogas, nem do desejo de fazer aquilo que me apetece, muito pelo contrario, trás à luz tudo aquilo que sou e a consciência daquilo que realmente é composto o meu ser, mas também de quem de facto Deus e a forma como impacta a minha vida, dando-lhe uma alternativa em ser diferente.
Jesus revelou algo incrível acerca das nossas escolhas, a João na ilha de Patmos. Ele diz é bom que tu sejas tu mesmo, não sejas algo que os outros querem que tu sejas, não sejas um pouco de tudo que te oferecem, ou és quente ou és frio, mas porque nem és uma coisa nem outra estou prestes a vomitar-te.
É bom ser quem sou em Deus, é bom sentir-me amado e aceite.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Onde está Jesus? Descobre-o e ganha prémios fantásticos...
Tenho lido o livro de Actos, porque tenho tentado perceber o verdadeiro sentido de igreja em tempos como estes, onde o meu bem estar me afasta do real propósito de Deus, os outros. Nada melhor que voltar ao principio para entender aquilo que estava no coração de Jesus. Muito engraçado o que acontece em Actos 16. Paulo e Silas, presos em Filipos, renunciam o seu direito por amor a Cristo. Sinto-me mal porque tantas vezes dar mais importância a um status, a uma denominação, a um credo ou até mesmo a uma verdade, ao ponto de me agarrar a isso como sendo a razão pela qual Jesus morreu por mim. Paulo e Silas, de acordo com a lei romana, não poderiam ser condenados aos açoites que sofreram, sem primeiro serem julgados por um tribunal romano. Mas ainda assim renunciaram ao seu direito por causa de um obstinado e incondicional amor... Fruto disso um guarda prisional e toda a sua família salvos. Alguém me disse, a algum tempo atrás que: "Jesus não desperdiça tempo", todos os seus encontros, relatados na bíblia, por mais casuais que pareçam foram provocados, no sentido de retomar o relacionamento. O mesmo Espírito de Jesus estava agora sobre Paulo e Silas.
Estes tempos tenho voltado à cruz, talvez por causa da obra de Philip Yancey que estou a ler, e deparo-me com o maior sacrifício de renúncia efectuado em toda a história da Humanidade: O Criador do universo e todas as suas regras, toma a forma de Homem sujeitado as regras criadas por Si, preso num corpo limitado ao cansado, à fome, à dor... Na tentativa de chamar a nossa atenção para Ele. Quem estava lá (no momento da crucificação) e viu todo aquele espectáculo sanguinário, ouviu dizer: "Desce dai se tu realmente és Deus!" "Salva-te a ti e a nós!" "Se desceres acreditamos em ti!" (Português adaptado por L. F. Pires)
Jesus não poderia ter feito conforme tudo aquilo que os homens pediam para Ele fazer? Ele não tinha poder para tal? Sim claro! Era algo que era seu por direito, mas em quê isso me atingiria? O que faria mudar a minha condição de pecador condenado a passar a eternidade separado de Dele? Hoje seria relembrado em todas as boas universidades como sendo o melhor exemplo a seguir, como sendo o grande rei, quem seria Salomão ao seu lado, ou Bill Gates. Haveria estátuas suas espalhadas por todo o mundo. O seu reinado seria momentâneo e a nossa esperança teria morrido ali. Mas aí a pergunta seria, afinal porque Ele desceu da cruz? Sinto-me tão mal a desejar que Ele tivesse descido daquela cruz e mostrasse aqueles malandros quem realmente Ele era, mas isso fala-me do meu desejo egoísta de reconhecimento! Deus não é assim. Ele não faz nada a pensar em si mesmo, mas a pensar em mim, como isso me vai aproximar Dele, sempre numa perspectiva eterna.
É na cruz que percebo o propósito de igreja, o desejo sobrenatural de não ser reconhecido mais do que aquele que opera a obra em mim, é lá que que a minha vida tem mudado, o que é louco toma outros contornos e a nossa sabedoria deixa de ser o motor impulsionador daquilo que sou. Não tenho medo de assumir que sou fraco, que tenho medo de falhar, que vivo preso à aceitação dos outros, mas que ainda assim, um dia, mesmo antes de eu existir, Jesus olhou para mim e viu potencial.
Grato estou Jesus, grato estou.
Apartes...
Tenho um gato pequenino que desde já aprendeu quão saborosa é a Bíblia como palavra de Deus. Não é que ele a leia, porque os gatos não têm essa qualidade, mas adora roer o fio marcador enquanto eu estou a ler. Eis ai uma foto do Tobias (Toby para os amigos), numa versão pUNK. ehe ehehe...
Estes tempos tenho voltado à cruz, talvez por causa da obra de Philip Yancey que estou a ler, e deparo-me com o maior sacrifício de renúncia efectuado em toda a história da Humanidade: O Criador do universo e todas as suas regras, toma a forma de Homem sujeitado as regras criadas por Si, preso num corpo limitado ao cansado, à fome, à dor... Na tentativa de chamar a nossa atenção para Ele. Quem estava lá (no momento da crucificação) e viu todo aquele espectáculo sanguinário, ouviu dizer: "Desce dai se tu realmente és Deus!" "Salva-te a ti e a nós!" "Se desceres acreditamos em ti!" (Português adaptado por L. F. Pires)
Jesus não poderia ter feito conforme tudo aquilo que os homens pediam para Ele fazer? Ele não tinha poder para tal? Sim claro! Era algo que era seu por direito, mas em quê isso me atingiria? O que faria mudar a minha condição de pecador condenado a passar a eternidade separado de Dele? Hoje seria relembrado em todas as boas universidades como sendo o melhor exemplo a seguir, como sendo o grande rei, quem seria Salomão ao seu lado, ou Bill Gates. Haveria estátuas suas espalhadas por todo o mundo. O seu reinado seria momentâneo e a nossa esperança teria morrido ali. Mas aí a pergunta seria, afinal porque Ele desceu da cruz? Sinto-me tão mal a desejar que Ele tivesse descido daquela cruz e mostrasse aqueles malandros quem realmente Ele era, mas isso fala-me do meu desejo egoísta de reconhecimento! Deus não é assim. Ele não faz nada a pensar em si mesmo, mas a pensar em mim, como isso me vai aproximar Dele, sempre numa perspectiva eterna.
É na cruz que percebo o propósito de igreja, o desejo sobrenatural de não ser reconhecido mais do que aquele que opera a obra em mim, é lá que que a minha vida tem mudado, o que é louco toma outros contornos e a nossa sabedoria deixa de ser o motor impulsionador daquilo que sou. Não tenho medo de assumir que sou fraco, que tenho medo de falhar, que vivo preso à aceitação dos outros, mas que ainda assim, um dia, mesmo antes de eu existir, Jesus olhou para mim e viu potencial.
Grato estou Jesus, grato estou.
Apartes...
Tenho um gato pequenino que desde já aprendeu quão saborosa é a Bíblia como palavra de Deus. Não é que ele a leia, porque os gatos não têm essa qualidade, mas adora roer o fio marcador enquanto eu estou a ler. Eis ai uma foto do Tobias (Toby para os amigos), numa versão pUNK. ehe ehehe...
Saviour por DEFYING CONTROL - BRASIL TOUR EM AGOSTO
Para aqueles que têm tendências Punk-Rock aqui vai algo bem nacional mas com muita qualidade... Saviour por DEFYING CONTROL -
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Para os mais atentos, esta é uma expressão muito usada no meio cristão, fala acerca do plano, criado por Deus, para voltar à intimidade com o ser humano. É sobre esta intimidade que eu quero falar, sobre o que acontece na intimidade, pois toda a minha vida é resultado dessa intimidade, ou falta dela. É na intimidade que eu conheço, na intimidade que eu sou conhecido, é na intimidade que a minha vida muda e este blog é fruto dessa intimidade!
Três passos para trás é o caminho que tenho percorrido, até agora em direcção ao plano que Deus tem para a minha vida! Parece estranho mas "EU" estou convicto que para trás é que, realmente, é o caminho! Para trás de mim mesmo, não renunciando quem sou, nem à liberdade que Jesus conquistou para mim ao subir à cruz, mas, reconhecendo que realmente havendo mais de Deus em mim e menos de mim mesmo faz com que a minha vida e a vida daqueles que me rodeiam sejam vividas na sua total plenitude e em verdade. E é isso que quero contar, pois afinal está consumado!
Três passos para trás é o caminho que tenho percorrido, até agora em direcção ao plano que Deus tem para a minha vida! Parece estranho mas "EU" estou convicto que para trás é que, realmente, é o caminho! Para trás de mim mesmo, não renunciando quem sou, nem à liberdade que Jesus conquistou para mim ao subir à cruz, mas, reconhecendo que realmente havendo mais de Deus em mim e menos de mim mesmo faz com que a minha vida e a vida daqueles que me rodeiam sejam vividas na sua total plenitude e em verdade. E é isso que quero contar, pois afinal está consumado!
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